segunda-feira, agosto 15, 2011
Já perdi as contas de quantas vezes vi essas fotos, de quantas vezes ouvi aquela música que me leva de volta à aquela noite, quantas vezes lembrei-me daquele dia que não passa de um quinzena, mas parece ter passado uma eternidade. Tudo porque você não está mais aqui, eu errei tanto, me apeguei tanto, esperei tanto. Mas foi tudo tão inevitável, você se tornou inexplicavelmente inevitável para mim.
Nunca havia tomado atitudes drásticas como as que tomei só para me sentir um pouco menos mal ao errar em plena madrugada, quando me embriago a fim de me sentir melhor mas acabo sentindo-me mais sozinha. Quando me esqueço que somos apenas amigos agora...
E será que somos? E se eu não quiser isso? E se eu não quiser mais te ver? Sei que não vai ter jeito, aquele prédio é pequeno, mesmo sendo grande, essa cidade é muito pequena, mesmo sendo imensa. E o que eu sinto, sinto em dizer amigo, também é incalculavelmente gigante nesse momento.
Hipérboles da minha vida, malditas! Quando insistem em aparecer, não suporto e desabo. Desabo sem ver, sem perceber que os que estão a minha volta percebem. É tudo tão demais que eu sinto medo, muito medo.
Você não pode ouvir-me, nem vai ler-me e, a partir de agora, nem vai perceber-me... mais.
sábado, julho 30, 2011
Por favor, não faça isso agora. Não amoleça meu coração! Estava tudo tão cômodo nesse gelo em que o coloquei que havia me esquecido de como era sorrir sem perceber dessa maneira que sorrio agora. Frases bobas, mentiras bem contadas e mensagens fofas.
Tá tudo errado, não era pra você aparecer nesse momento! E o mais errado é eu me importar com isso, afinal havia resolvido ser feliz e "sozinha" por tempo indeterminado, apenas vagabundando e me divertindo sem pensar no amanhã. Pensar no amanhã dá trabalho e você me lembrou disso...
A decisão de seguir ou não com isso se detém a mim, mas que droga. Volta Paulinha, volta pra geladeira com esse maldito coração!
Tá tudo errado, não era pra você aparecer nesse momento! E o mais errado é eu me importar com isso, afinal havia resolvido ser feliz e "sozinha" por tempo indeterminado, apenas vagabundando e me divertindo sem pensar no amanhã. Pensar no amanhã dá trabalho e você me lembrou disso...
A decisão de seguir ou não com isso se detém a mim, mas que droga. Volta Paulinha, volta pra geladeira com esse maldito coração!
segunda-feira, julho 18, 2011
Depois que você fodeu toda a minha vida não consigo mais me abrir pra ninguém. São apenas beijos sem sentimento e noites de esbórnia mal dormidas insistindo em ser a menina mais fria e calculista do universo.
Até quando isso vai durar? Pergunto-me seriamente, pois acho que nem a você eu consigo amar mais. Tornei-me egoísta e de um jeito estranho firo as pessoas, é claro que não chego aos pés de tudo que você me fez passar, mesmo assim não acho isso tudo digno.
Quem sou eu agora? Será que sou apenas “aquela depois de você”?
sábado, junho 25, 2011
Pegar minhas malas, ir morar em outra cidade. Começar a estudar que nem uma louca, conhecer pessoas novas. Me conhecer!
Eu só tenho a te agradecer. Sim! Pois se não fosse você ter provocado a maior desilusão da minha vida até agora, não ia querer mudar. Não ia querer começar tudo do zero, pra quê? Se tudo era tão bom e perfeito...
A ferida ainda permanece aberta, pois os planos de renovação ainda estão em parte no papel. Quando os mesmos se concluírem espero que ela seque. Espero que essa dor dê lugar ao sentimento que eu tinha antes de te conhecer, pois apesar de nunca ter tido sorte em relacionamentos eu ainda mantinha uma insistente esperança. Ela era meu impulso, meu apoio pra continuar.
Hoje vejo que o único apoio em que posso me firmar se chama Deus. E Ele já me mostrou que NADA é impossível. Minha simples condição de humana e fraca me detém a ainda me permitir a pensar em planos que, eu sei, nunca serão realizados. Isso dói, mas vai passar.
Quero poder te ver como uma lembrança boa, um aprendizado. Não quero me arrepender, quero me surpreender com a minha “volta por cima”. Quero poder rir disso tudo um dia com meus amigos e dizer: - Pois é. Agora estou feliz em outro lugar, com outra pessoa.
segunda-feira, junho 13, 2011
Descobri que não necessito de ninguém, esse negócio de precisar de outra pessoa pra “sobreviver” ou pra ser minimamente feliz é pra quem ainda não entendeu seu próprio valor.
Aquela dor, pra que senti-la se posso ser feliz assim? Comigo. Sim, comigo mesma.
Amando-me mais a cada dia e pensando em crescer de todas as formas possíveis. Sentindo-me plena com minhas próprias realizações, as que me orgulharei com razão.
Olhando o futuro como o sucesso que alcançarei com o trabalho de hoje e com as bênçãos de Deus em minha vida.
Descubra também!
sexta-feira, maio 27, 2011
segunda-feira, maio 02, 2011
São acontecimentos como o de hoje que me levam cada vez mais a rever os padrões sobre o que eu sonho fazer pelo resto da minha humilde vida. Pois, nós meros mortais, inevitavelmente, pensamos na carreira como uma ponte para o sucesso financeiro aliada ao gosto individual.
Confesso nunca ter sido entendedora de política, o que lamento profundamente. Por se tratar de um assunto no qual estou sempre pronta a discutir ou até mesmo fazer meras piadinhas, as relações internacionais bem como o perfil de seus líderes tipicamente me atraem. Comentar sobre tais coisas pra mim é o mesmo que sentir-me útil de alguma forma. Perda de tempo ou não, continuarei nessa onda mesmo seguindo um caminho totalmente indiferente a tal assunto.
Tá bom, agora podem me dizer: senta lá, Paulinha.
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