segunda-feira, outubro 18, 2010

E mesmo que não tenhamos assunto, mesmo que troquemos duas palavras a cada hora. Eu amo estar “perto” de ti em todos os sentidos e todos os dias. Essa conversa me faz um bem que não posso mensurar, tudo que é ruim se desvanece em meio as palavras trocadas.

Isso é amor?

O celular toca e eu penso comigo lá no fundo “podia ser uma mensagem tua”, a esperança só acaba quando constato não ser. Quando acontece ao contrário, e o toque realmente se trata de ti me falando alguma besteira boa, me perco em meus pensamentos. Temo ser um sonho.

Isso é amor?

O receio de te perder e não ter mais essa emoção de todos os dias me deixa apreensiva. Chego até a querer adiar um possível segundo encontro por achar que melhor não ficará! Medo, eu tenho medo de perder esse sorriso que hoje insiste em não deixar meus lábios, que me deixa mais serena e madura, que me deixa mais paciente – o que estou aprendendo com você.

Isso é amor?

Pode ser, pode não ser. Concluirei que se trata de um sentimento bom no qual eu quero desfrutar por muito, muito mais tempo!
Serei clichê: nada faz diferença agora, além de você...



sábado, outubro 02, 2010

Eu sempre acho que a culpa é minha, na verdade sempre tenho certeza de que ela pertence a mim! Mas que coisa (para não escrever palavras chulas)!
Não tem que ser assim poxa. Eu erro, mas na maioria das vezes tropeço mais ao colocar tudo de errado em minhas costas. Desta vez eu não errei em nada até o devido momento, pretendo continuar não errando e principalmente pretendo NÃO ME CULPAR por algo que possa vir a não dar certo...
É isso mesmo, a culpa é TOTALMENTE SUA! Pois eu dosei e me mantive na medida certa, nem o mais nem o menos representei! Eu me mantive preocupada. Tive os meus deslizes, praticamente inevitável não tê-los, mas nada que você possa me julgar.
Eu não sei se tenho você. E é essa maldita incerteza que me mata aos poucos! Onde estão suas palavras quando eu mais preciso? Onde está você quando eu mais preciso? Também não sei... eu apenas sei que preciso disso tudo!



quinta-feira, setembro 30, 2010

E eu aqui tentando achar um tema pra uma narrativa quando na verdade só preciso mesmo achar você...
Reviro meus pensamentos e lembranças tentando encontrar qualquer pista que me leve a crer que dessa vez não tem jeito, você não irá sumir e eu não preciso preocupar-me com isso.
"As distâncias estimulam a criação de pontes", disse um amigo meu. Mas creio que tais pontes só podem ser construídas com o consentimento de ambas as partes. Por isso, meus pés não sairão do chão até que tenha certeza de que estou pronta e de que agora posso voar!




quarta-feira, setembro 29, 2010

São tantos conflitos, tanta descrença e desesperança que chega a ser difícil escrever sobre mim neste momento...
Todo mundo tem aquelas horas, dias, meses ou anos de incômodo e reflexão. Sim, temos que decidir qual caminho trilhar e isso em diversos campos de nossas vidas. O grande problema é que pra algumas pessoas isso chega a ser tão difícil que é possível enxergar em seus olhos que elas gritam por ajuda!
Estou gritando, já nem sei mas quanto tempo faz. Estou perdendo as forças, não posso fazer isso sozinha. Definitivamente não sou capaz! Será tarde pra admitir isso? Será que alguém ainda será capaz de ajudar-me?
Não sinto prazer em nada que faço, não vejo sentido em todo esforço até aqui. Eu preciso de ajuda. Me sinto humilhada por ter que aceitar isso, mas eu preciso de ajuda.
Vejo que nunca haverá solução alguma se nenhuma atitude for tomada, não sinto mais vontade de ser feliz pois hoje estou incrédula que esse tal sentimento de alegria possa ser pleno em tudo que faço. Isso tem que mudar, e vai.


terça-feira, setembro 14, 2010

Agora os meus textos são bons por você, eles só querem falar de coisas boas e bonitas. De histórias de amor com final feliz, de sonhos que estão pertinho de se realizar...
Será que já tenho a certeza? Na verdade tenho receio de tê-la, não quero ficar “sem coração” novamente. Medo de você o levar como outros o fizeram, o levar e nunca mais devolvê-lo.
O que bate aqui hoje em meu peito é um pseudo coração. Ele está tão fragilizado e desconfiado que não se deixa entregar totalmente nunca mais...
Estranhamente confio em ti. Espero que isso já não seja deixar meu coração entregar-se demais!
Tudo bem, devagarinho você conseguirá e quem sabe cuidará dele bem, como ninguém jamais cuidou.


sábado, setembro 11, 2010

Deixe-me ter uma ínfima migalha de seus pensamentos, me tornaria feliz assim...

Pois tudo o que mais desejo - e o que não me deixa seguir em hipótese alguma - é o fato de pensar que ainda hão esperanças! E tais nunca se manifestam em forma de atos concretos, palpáveis digamos assim. Preferencialmente se mantêm sutis ou escondidas lá no fundo. Em algum lugar no qual eu não posso alcançar, e tu sabes que não.

Meu hiperbolismo me coloca pensante, elabora situações que ninguém seria capaz de prever. E longe de apenas mais um mero neologismo, ele é o que me faz escrever assim. Querendo arrancar com as unhas a dor que existe aqui dentro, querendo mostrá-las pro mundo mesmo sabendo que nunca serei capaz de fazê-lo. Não, nunca poderei...

Talvez todo esse transbordar de sentimentos seja passageiro, penso eu.

Os sentimentos atuais sim, podem ser efêmeros. Como se nunca tivesse assistido a tal filme antes (um sorriso irônico me aparece nos lábios), a complicação maior se deve ao fato de que estou fadada a sempre me comportar deste modo.
Tudo tem que ser grande, tudo tem que ser dolorido demais em mim. A expressão “tempestade em copo d’água” se encaixaria bem.

Aprender a viver assim? Nunca se aprende, meu caro. Apenas acostuma-se.


quarta-feira, setembro 08, 2010

Dois pesos, duas medidas. De um lado uma menina engraçada e alegre. Parece contagiar a todos com as suas idiotices típicas da falta de maturidade que ela gosta de ter propositalmente. De outro lado, uma menina triste que se encontra sozinha mesmo em meio a tantas pessoas diferentes. Nunca está satisfeita, nunca está completa.

Ela está louca por tantos motivos, pensa que poderia ter feito coisas mais importantes, pensa no tempo que já perdeu. E mesmo assim não consegue mudar, não consegue dar o rumo que devia dar a sua vida! Ela queria ser diferente de uma maneira estranha. Ela queria pular etapas e não ter esse trabalho que a deixa tão depressiva, mas ela não pode.

Quer fugir, ao mesmo tempo que quer ficar. Quer ser, ao mesmo tempo que quer ter.
Não quer nada, mas quer tudo! Ela não sabe, realmente não sabe o que é viver.